Queria beber. Beber até não poder aguentar mais e cair inerte sobre a relva húmida. Correu sem parar até que o sol começou a nascer do lado de lá do lago. Extasiada com o espectáculo, podia jurar que se ali morresse para sempre, não se importaria.

2 comentários:

Anónimo disse...

Adoro as tuas fotografias feitas de letras.

Markito disse...

tens k vir ao Norte... :)