Caderno Vermelho

E no silêncio da mente há o desejo de acreditar nas suas próprias regras, de seguir em frente sem receio de sentir falta do que nunca viveu. No tecto, os carros seguem sem parar, alheios a qualquer tumúlto do coração.
No silêncio do quarto apenas o vazio e a incerteza de sentir,

"Quero tanto sentir. Sou de carne e osso ou serei a fingir?"

1 comentário:

...AGULHAS NOS OLHOS! disse...

"nada se sabe, tudo se imagina."

sabe? Pois é.
r.A.